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O diagnóstico das alterações auditivas é fundamental para o correto tratamento.

Quanto mais precoce o diagnóstico mais eficaz será a solução do problema. Sempre haverá uma indicação de tratamento seja ele medicamentoso, cirúrgico, a utilização de prótese auditiva ou a terapia fonoaudiológica.

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BERA

O termo BERA que é a abreviatura do Inglês e significa “Brainstem Auditory Evoked Response” é muito popular aqui no Brasil. Esse exame é um tipo de potencial evocado auditivo originado na cóclea, no nervo auditivo e vias auditivas do tronco encefálico que ocorre após a apresentação de estímulos sonoros breves (cliques) em torno dos dez primeiros milissegundos (ms) após os estímulos. Por isso é classificado como potencial evocado de curta latência.

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É um exame que faz parte da avaliação auditiva básica, é um procedimento subjetivo, portanto exige a colaboração do paciente. É um teste que permite a obtenção dos limiares mínimos de audição por via aérea e por via óssea. Informa se a audição periférica é normal, quantificando as perdas auditivas e estabelecendo o topodiagnóstico, ou seja, determina o grau e o tipo da perda auditiva.

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Esse procedimento subjetivo é parte da avaliação auditiva básica. Têm como objetivos a medida da capacidade de detecção e discriminação da palavra por meio de porcentagem de acertos (IRF - índice de reconhecimento de fala) e a confirmação das respostas obtidas para tom puro nas freqüências que se relacionam com a energia dos sons da fala (LRF - limiar de recepção de fala).

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Essa avaliação engloba um conjunto de testes que tem como objetivo determinar se o bebê ou a criança tem audição normal, perda auditiva ou alteração de processamento auditivo, avaliando o funcionamento dos sistemas de audição periférico e central.

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Processamento auditivo envolve a detecção e a interpretação de eventos sonoros. O processamento auditivo é desenvolvido nos primeiros anos de vida e está relacionado com as habilidades auditivas, tais como: localização, memória, atenção e discriminação. A avaliação de processamento é um procedimento subjetivo que inclui vários testes que são selecionados de acordo com o nível de linguagem e a faixa etária do paciente.

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A medida de imitância acústica da orelha média é um método objetivo e de fácil aplicação. É rápido, simples e oferece dados importantes no diagnóstico clínico, por isso deve fazer parte da avaliação auditiva básica. A imitanciometria inclui três etapas: a timpanometria, a compliância e a medida dos reflexos acústicos. A imitanciometria vai identificar as alterações de orelha média e determinar o funcionamento do sistema tímpano-ossicular e o arco reflexo do VIII par craniano (vestíbulo-coclear, sensitivo) e do VII par craniano (facial, motor).

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É indicada para crianças de 0 a 24 meses de idade. São utilizados estímulos sonoros instrumentais, verbais e tom puro modulado em freqüência. Essa avaliação é realizada por meio da observação das mudanças de comportamento decorrentes da apresentação de um estímulo sonoro. A interação entre a criança e o examinador é muito importante para o sucesso da avaliação, além do estado físico e psíquico da criança, uma vez que esse procedimento é subjetivo, portanto, depende da resposta do paciente.

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O exame de emissões otoacústicas evocadas ficou popularmente conhecido como “Teste da Orelhinha”. É um procedimento de avaliação objetivo, indolor, de rápida aplicação, podendo ser realizado durante o sono. Realiza-se por meio da colocação de um fone na entrada do meato auditivo externo do indivíduo. Consiste na produção de um estímulo sonoro e na captação do seu retorno (eco).

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